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  • Mato Grosso, 17 de outubro de 2017
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    política e poder

    11/10/2017 - 17:07

    Servidores protestam na Assembleia contra PEC do Teto de Gastos

    GD
    Foto: Beto Terra | NoticiaMax

    Foto: Beto Terra | NoticiaMax

    Um grupo composto por servidores do Estado, lideranças sindicais e estudantes ocupou a Assembleia Legislativa de Mato Grosso na manhã desta quarta-feira (11) para manifestar contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Teto de Gastos, de autoria do governo do Estado, sob a gestão de Pedro Taques (PSDB).

    As categorias afirmam que o projeto de regime fiscal que deve durar por 5 anos no Estado, irá precarizar os atendimentos básicos da população como saúde, educação e segurança. O projeto já está na Assembleia Legislativa onde aguarda votação em plenário, o que deve ocorrer na próxima semana.

    Vários alunos de escolas estaduais também participaram do protesto. Os representantes dos grêmios estudantis afirmam que a PEC deve prejudicar investimentos na educação. Servidores do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran) que completam um mês de greve também ajudaram no manifesto.

    A presidente do Sindicato dos Servidores do Departamento Estadual de Trânsito (Sinetran), Daiane Renner disse que os servidores continuam tentando negociar com o Executivo. “Estamos a mais de 9 meses na tentativa de negociação, no último mês tentamos diversas vezes negociação o governo vem se ausentando. Esperamos que eles apresentem uma proposta para que possamos analisar”.

    De acordo com um dos representantes do Fórum, Orlando Francisco, a expectativa é de que pelo menos 600 servidores, de 10 municípios da Baixada Cuiabana, se desloquem até Cuiabá para se manifestarem no Legislativo Cuiabano.
    “Vamos fazer uma passeata. A partir daí vamos construir uma paralisação geral, uma greve geral, se necessário, diante da situação que está colocada a partir de hoje. Principalmente porque entendemos que o que está na PEC é, para nós, precarização das áreas essenciais, diferentemente do que o governo está anunciando. E nós não vamos aceitar”, disse o servidor.

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