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  • Mato Grosso, 17 de outubro de 2017
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    policia

    11/10/2017 - 16:58

    Advogado é detido em Cuiabá ao mentir que teve veículo de luxo furtado

    Redação do GD
    Imagem meramente ilustrativa

    Imagem  ilustrativa

    O advogado Mauro Augusto Laurindo da Silva, 53, foi detido pela Polícia Civil, em Cuiabá, nesta terça-feira (10), após registrar um boletim de ocorrência informando sobre um furto de seu veículo, um chevrolet Camaro de cor amarela, que na verdade não aconteceu. Ele foi autuado por comunicação falsa de crime após ter admitido que mentiu.

    Na delegacia, o advogado disse que estacionou o veículo no bairro Quilombo e quando voltou não o encontrou. No entanto, após diligência a equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derrfva) constatou que o crime de furto não havia ocorrido.

    De acordo com o delegado Vitor Hugo Bruzulato, o advogado teve como motivação o fato de ter tido problemas após vender o veículo e não conseguir receber o valor total. “As pessoas vendem o veículo, não conseguem receber os valores acordados e acabam utilizando a delegacia para localizar o automóvel, que na verdade não foi produto de roubo ou furto”, lamentou.

    Conforme o delegado, ao ser interrogado o dono do Camaro assumiu que mentiu sobre o furto. Em seguida foi lavrado o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), por comunicação falsa de crime ou contravenção, previsto no artigo 340 do Código Penal Brasileiro.

    De acordo com a Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos, somente este ano já foram registrados 37 casos de comunicação falsa de crime ou contravenção, já incluindo nesse balanço o caso do advogado Mauro Augusto.

    Com o número expressivo de crimes desta natureza, o delegado Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, alerta que isso atrapalha os trabalhos, pois envolve equipes para apurar uma situação que nunca existiu, deixando de atender uma ocorrência real. “Por se tratar de delito com pena pequena (detenção, de um a seis meses, ou multa), a ação caracteriza crime mesmo o autor não sendo preso, mas vai para o juizado e haverá uma transação penal”, alerta. (Com informações da assessoria da PJC).

     

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